domingo, 10 de janeiro de 2010

Produção Siderúrgica Nacional e Internacional

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Grande parte do mundo acredita que a indústria siderúrgica, um dos primeiros setores a ser atingido pela crise americana dos “subprimes”, entrou em processo de recuperação. Aqui no Brasil, o dado se confirma. Os indicadores apontam que do segundo trimestre de 2009 em diante, o setor emite sinais de ligeira melhora nos níveis de produção, principalmente depois das medidas do governo para estimular o segmento com forte exposição ao aço, como o automobilístico e o de construção civil.

Segundo dados do Instituto Aço Brasil, devido à crise econômica, a indústria siderúrgica brasileira projeta fechar o ano de 2009 com uma produção de 26,7 milhões de toneladas de aço bruto, 20,8% menor do que em 2008. Para 2010, devido a toda melhora no setor, a tendência é que a retomada da produção nacional do aço de fato se consolide paralelamente com o crescimento econômico do país. O mercado doméstico deve crescer 21,6%, atingindo 22,9 milhões de toneladas, e as exportações estão estimadas em 11 milhões, o que significa um total de 33,1 milhões de toneladas de produção de aço bruto.

Números em escala global também apontam os efeitos da crise no setor ano passado. Segundo dados da “MEPS (International) Limited”, consultoria independente do setor siderúrgico, localizado na Grã-Bretanha, a indústria mundial do aço deverá fechar 2009 com uma produção de cerca de 1,165 bilhão de toneladas; um declínio de 12% em relação a 2008. O mercado mundial também prevê a retomada no crescimento da produção do aço em 2010. Em termos de consumo, dados da World Steel Association aponta aumento de 9,2%, o que poderá representar um total de 1,2 bilhão de toneladas de produtos.

Produção e Evolução da Indústria Siderúrgica no Mundo (fonte: World Steel Association)

Impacto Direto da Crise Financeira no Setor Siderúrgico

A crise financeira causou retração em praticamente toda atividade industrial no mundo. Na cadeia de produção do aço, o pior momento ocorreu nos períodos de novembro de 2008 a fevereiro de 2009, quando houve acentuada queda na demanda, principalmente do setor automobilístico e da construção civil. No período, muitas siderúrgicas passaram a praticar descontos de até 25% nos preços do aço. Num cenário nunca antes visto, 6 dos 14 autofornos da siderurgia brasileira ficaram parados devido ao forte recuo na demanda internacional. A exportação é essencial para siderurgia, visto que o mercado interno não absorve integralmente sua produção. No Brasil, a crise causou a demissão de 11,7% na força de trabalho, conforme dados do Instituto Brasileiro de Siderurgia.

Recuperação no Brasil

A recuperação do setor siderúrgico tem sido lenta e gradual. Entretanto, o cenário não é mais tão obscuro como em 2009. Ainda no segundo trimestre desse mesmo ano, o governo brasileiro criou uma série de medidas para estimular o consumo interno, como isenção no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para produtos da linha branca e automóveis. O governo também criou o programa “Minha Casa Minha Vida”, voltado para a construção de casas populares para a população de baixa renda, estimulando assim a produção de aços longos.

O cenário de otimismo brasileiro na produção do aço é reforçado também com o início dos investimentos em obras de infra-estrutura para a Copa de 2014, a Olimpiada em 2016, a exploração do Pré-Sal, e as demais obras do PAC (Programa de Aceleração e Crescimento).
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Exportações

A preocupação da siderurgia nacional nesse momento é com as exportações. Durante uma reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), realizada no mês passado, o presidente do conselho de administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, disse que o principal objetivo do setor é ganhar o mercado internacional. Ainda segundo ele, é necessário discutir a questão da competitividade com outros países. A China, por exemplo, já tem o maior mercado siderúrgico do mundo, superando a Alemanha. As exportações chinesas totalizaram mais de US$ 1,2 trilhão no ano passado, segundo dados da Administração Geral Alfandegária da China.
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Fontes:
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World Steel Association
MEPS (International) LTD.
The Guardian
The Economist
Instituto Aço Brasil
Folha de São Paulo
Jornal Estado de São Paulo
Valor Econômico
Brasil Econômico

quarta-feira, 22 de julho de 2009

CURSO DA ABA SOBRE MÍDIAS SOCIAIS APRESENTOU NOVIDADES PARA GESTÃO ESTRATÉGICA DE COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Twitter é a mídia social que mais chama a atenção das empresas atualmente

A Associação Brasileira dos Anunciantes (ABA) promoveu um curso técnico sobre mídias sociais em seu auditório em São Paulo. O evento foi ministrado pela E.LIFE, empresa líder em análise da mídia gerada pelo consumidor, que demonstrou métodos para se criar estratégias de comunicação, a partir do monitoramento das redes sociais.

O palestrante convidado Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.LIFE e mestre em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP-SP, apresentou por meio de cases algumas estratégias bem sucedidas, além das métricas utilizadas para a mensuração dos resultados (vide gráfico abaixo). "As empresas que realizaram essas ações já perceberam o potencial das mídias sociais como meio de comunicação, afinal, 72% dos consumidores na internet pesquisam nesses canais sobre a reputação delas", afirma Alessandro.

O Orkut (que representa um total de 61% de brasileiros conectados numa mídia social) abrange grande número de usuários que trocam informações sobre produtos e serviços nas chamadas "comunidades". Entre as diversas possibilidades de utilizá-las de modo estratégico, uma é simples: mediar as conversações online. "O efeito viral de opiniões negativas sobre determinado produto pode se espalhar, visto que algumas comunidades ultrapassam milhares de usuários", alerta Alessandro.

Outra mídia social que está ganhando o interesse corporativo é o Twitter, um microblog onde seus usuários fazem postagens de, no máximo, 140 caracteres. Os twitts, como são denominados, podem receber respostas de quem está seguindo a pessoa. A ferramenta está na segunda posição do ranking de brasileiros conectados em alguma rede social, o que soma 23%. Segundo amostras em vídeo durante o curso, algumas empresas já o adotaram como ferramenta corporativa, que são utilizadas nos mais variados formatos: atendimento ao cliente, divulgação de ações de marketing, produtos e notícias. Os blogs também representam um meio excelente de comunicação estratégica.

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Outros palestrantes da E.LIFE apresentaram muitas formas diferentes de atrelar as mídias sociais ao mix de comunicação e marketing, que incluem estratégias para as áreas de: propaganda, relações públicas, promoção de vendas, vendas pessoais e marketing direto.

Exemplos de Métricas para Mensuração de Resultados

Uma forma prática de mensurar os resultados é analisar a relevância, popularidade, repercursão e influência de determinadas mídias sociais, e as opiniões que são atribuidas a empresas, produtos e serviços. Num blog, é possível mensurar o número de comentários sobre determinada informação, assim como no Twitter. Numa comunidade do Orkut, é possível determinar o número de respostas atribuidas a um post.


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Case de Relações Públicas

A paulistana Lia Camargo, de 25 anos, foi convidada para conhecer a sede e a fábrica da marca "O Boticário", no Paraná. Ela é designer da revista Capricho versão online e possui um blog chamado "Just Lia", que recebe centenas de leitoras todos os dias. Com a ação, a empresa gerou mídia num canal relevante e pôde mensurar a repercussão da marca. O blog possui ainda uma janela linkada a um Twitter, com followers recebendo as informações que ela escreve.

Link do case: Passeio na Fábrica do O Boticário

quarta-feira, 27 de maio de 2009

PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL HENRIQUE MEIRELLES ABRE 5º CONGRESSO ANBID DE FUNDOS DE INVESTIMENTO


Palestra inicial discutiu a indústria de fundos, a crise global e as perspectivas para o setor


O 5º Congresso ANBID de Fundos de Investimento, principal evento do setor da indústria de fundos, teve início ontem (26/05). O presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles em discurso de abertura apontou os objetivos adotados para a política monetária, que deverá ser o de assegurar o equilíbrio macroeconômico, manter a inflação na meta e manter a flutuação cambial. “No regime de metas de inflação, a política monetária se volta necessariamente para as condições econômicas internas, e não para o equilíbrio do balanço de pagamentos, como seria o caso no regime de metas cambiais”, afirmou. O presidente do BC pediu também cautela às instituições financeiras que atuam no segmento de fundos de investimento e na gestão dos ativos que administram. "As lições aprendidas com a crise internacional devem evitar que cometamos os mesmos erros no Brasil, como excesso de euforia, falta de transparência e incorreta previsão de risco, que caracterizaram os mercados americanos na última década", disse.

Após a abertura de Meirelles, que também contou com a participação do presidente da ANBID, Marcelo Giufrida, quatro palestrantes deram continuidade no congresso por meio de um painel mediado por Alexandre Zákia, vice-presidente da ANBID. Eles apresentaram as perspectivas do setor diante do cenário de crise econômica internacional.

Luiz Carlos Mendonça de Barros, diretor estrategista da Quest Investimentos, falou sobre a importância da China para a economia brasileira

Cenário econômico brasileiro

Luiz Carlos Mendonça de Barros, diretor estrategista da Quest Investimentos, fez um panorama sobre as mudanças pela qual a economia do Brasil sofreu após os anos de governo dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula. Segundo ele, as gestões proporcionaram mudanças positivas para a moeda brasileira. “Deixamos de ser uma moeda isolada para participar, ainda que de forma pequena, do cenário internacional”, disse. Mendonça de Barros também salientou a importância da China para a exportação nacional. “A China é hoje nossa maior importadora de commodities, o que contribuiu para obtermos a forte reserva de capital”, disse.

Impactos e perspectivas para o setor de asset management global e local

Guilherme Lima, sócio da consultoria McKinsey & Company, apresentou um estudo elaborado pela McKinsey Global Asset Management Survey – repartição da empresa - onde conclui que em função da má performance dos investimentos por conta da crise financeira, o patrimônio da indústria mundial de fundos, que somava cerca de US$ 39,5 trilhões, em 2007, foi reduzido para US$ 30 trilhões. O estudo aponta que os níveis apresentarão melhoras somente entre os anos de 2012 e 2013. Contudo, Guilherme Lima disse que a perda de patrimônio de fundos no Brasil foi muito mais branda.“A queda foi de apenas 1%, passando de R$ 1,201 trilhão, em 2007, para R$ 1,191 trilhão”, afirmou.

Luis Stuhlberger, sócio-diretor da Credit Suisse Hedging-Griffo fechou o primeiro painel de palestras

Impactos da crise sobre a indústria internacional de fundos

Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú-Unibanco e diretor do Instituto de Estudos e Política Econômica – Casa das Garças, disse que o pior da crise passou e acredita na recuperação dos mercados. Entretanto, é preciso ter consciência de que não haverá retorno aos patamares dos últimos anos e propõe a criação de uma nova realidade. “Quanto mais se acredita numa volta ao passado, pior”, disse. Goldfajn frisou também que a sociedade sofreu com o impacto da crise e defende que os esforços para a reestruturação da economia mundial devem estar concentrados em estratégias que se adaptem a uma demanda menor de consumo. “O crescimento econômico mundial nos próximos 10 anos pode ocorrer num ritmo mais lento para que o problema possa efetivamente ser digerido”, disse.

Fundos de multimercados

Luis Stuhlberger, sócio-diretor da Credit Suisse Hedging-Griffo fechou o primeiro painel de palestras com uma análise sobre os fundos de multimercados, que chamaram a atenção pelos resultados este ano no cenário brasileiro. Segundo ele, a categoria acumulou no ano rentabilidade de 200% do CDI contra 40% em 2008. “Não houve perdas significativas para o investidor brasileiro", afirmou.


Conheça a ANBID
Conheça o 5º Congresso ANBID de Fundos de Investimento

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domingo, 24 de maio de 2009

MEMÓRIA VISUAL


Editora Abril e FAAP lançam exposição “Fotografia em Revista”, que reuniu 600 registros fotográficos que marcaram história nas publicações da editora.

Quem não fica aliviado ao lembrar que o regime militar foi em grande parte desarticulado por meio das “Diretas Já”, em 1984? E quem não se comove ao ver a chocante cena do acidente que matou Ayrton Senna no autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, no ano de 1994? Essas e muitas outras imagens emblemáticas, captadas pelas lentes de renomados fotógrafos para as publicações da Editora Abril, podem ser conferidas na inédita exposição “Fotografia em Revista”, que acontece entre 19 de maio e 12 de julho, no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).

Foto de J. Ferreira da Silva com os integrantes do Mutantes, no fim dos anos 60

Foram disponibilizadas 600 imagens extraordinárias, entre expostas e projetadas, de 163 autores. Elas nos convidam a um passeio pela história contemporânea do Brasil, do mundo, e mostram a evolução da sociedade contemporânea nas mais diversas áreas, como política, moda, saúde, esporte, entre outras. Entre os fotógrafos consagrados, encontram-se: Bob Wolfenson, Cristiano Mascaro, Orlando Britto, Pedro Martinelli, Claudia Andujar, JR Duran, Luiz Tripolli, e Maureen Bisilliat.

José Dirceu na época em que foi presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE), em 1968

Há fotos bastante curiosas, como a dos integrantes da banda Mutantes, em que Rita Lee aparece bastante jovem (e linda), Lula na época de sindicalista, nos anos 1980, Fernando Collor de Mello durante o ritual de passagem para a presidência da república, em 1990, José Dirceu então Presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE), em 1968, entre muitas outras.

São Paulo por Cristiano Mascaro, Guia 4 Rodas Brasil - 2008

A Editora também reuniu 250 imagens da amostra para transformar em um catálogo, que estará a venda ainda este mês.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

CONSAGRADO MAESTRO E TOP DJ REALIZARAM SHOW NA SALA SÃO PAULO


Evento de música clássica teve a intervenção de sons e batidas eletrônicas

Na noite de 9/05, às 21:00 horas, no auditório da Sala São Paulo, o maestro e pianista João Carlos Martins, que é considerado o maior artista pop da música erudita nacional, se juntou com o mundialmente conhecido produtor e top DJ Anderson Noise para realizar o primeiro concerto de música clássica-eletrônica das Américas.

Enquanto Martins conduzia a orquestra, Noise fazia o acompanhamento com ritmos e sons criados no computador. Juntos executaram músicas de consagrados autores clássicos como Mascagni, Mozart, Villa-Lobos, Bach e Mussorgsky. “Passamos madrugadas sincronizando as músicas, ritmos e sons para oferecer este belo espetáculo” disse o maestro emocionado com os aplausos no final da apresentação.

Entre os convidados presentes destacaram-se o ministro da fazenda Guido Mantega, Thereza Collor, Lílian Pacce, os jornalistas Leão Serva e Hélio Campos de Mello.

O evento também comemorou o recém-lançado Nokia 5800 Comes Whit Music, aparelho touch screen que traz o revolucionário serviço de downloads de música. Os consumidores da novidade poderão baixar milhões de músicas grátis por um ano, pelo celular ou pelo PC.

Conheça o novo Nokia 5800 Comes Whit Music





quarta-feira, 6 de maio de 2009

VII CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DISCUTIU O USO DE DIFERENTES LINGUAGENS NO ENSINO PÚBLICO

Evento que teve a parceria das secretarias de educação reuniu 8 mil professores no Ginásio do Ibirapuera.

A Fundação Santillana, com o patrocínio da editora Moderna e parceria das Secretarias Municipal e Estadual de Educação de São Paulo, da UNESCO e da Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), realizou no dia 29 de abril, em São Paulo, o VII Congresso Internacional de Educação, que reuniu 8 mil professores da rede pública de ensino no Ginásio do Ibirapuera para discutir o tema: “Educação no Contexto Múltiplas Linguagens”, que teve como principal proposta refletir sobre a competência comunicativa e o uso de diferentes linguagens no processo de ensino-aprendizado.

Entre os palestrantes convidados destacaram-se o premiado autor de novelas Walcyr Carrasco, e a blogueira, publicitária e apresentadora de TV, Rosana Hermann. Carrasco conduziu a platéia numa reflexão sobre importância da leitura de peças de teatro em sala de aula. “Eu vivi desde o ensino fundamental a experiência do teatro, o que possibilitou me aprofundar no entendimento das relações humanas”, contou. Já Rosana, incentivou os professores a fazer uso do Blogs como ferramenta estratégica de ensino. “É possível revolucionar a educação neste país através dos recursos que a internet disponibiliza atualmente”, afirmou.

Outro ilustre participante foi o grafiteiro e artista plástico José Augusto Amaro Capela, o Zezão, famoso por seus trabalhos nos subterrâneos da cidade, que narrou sua experiência como arte-educador. “Uso o grafite para mandar uma mensagem positiva, principalmente para a meninada de rua.” disse.

Professores das principais universidades públicas e federais, escritores e educadores também presentes no evento, apresentaram idéias e projetos pedagógicos. Generosa Monteiro Ferraz, que é Técnica em Educação Especial do CAPE – Centro de Apoio Pedagógico Especializado da Secretaria Municipal e Estadual de Educação de São Paulo, anunciou pela primeira vez o curso à distância de Língua Brasileira de Sinais (Libras), que visa capacitar professores com alunos deficientes auditivos.

Conheça a Editora Moderna

Conheça a Fundação Santillana

quarta-feira, 29 de abril de 2009

IBEF-SP LANÇA LIVRO DE APOIO A JOVENS EXECUTIVOS DE FINANÇAS

Lançamento ocorreu ontem no Museu de Arte Moderna – MAM localizado no Parque do Ibirapuera.


O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF-SP promoveu ontem (27/04) no Museu de Arte Moderna – MAM (Parque do Ibirapuera) o lançamento do livro: 100 Dúvidas de Carreira Para Executivos de Finanças, da Editora Saint Paul, produzido pelos executivos José Cláudio Segurato e Luiz Roberto Calado, ambos conselheiros do IBEF Jovem, uma repartição do instituto que tem como objetivo promover o relacionamento entre jovens executivos do setor financeiro.

O livro foi elaborado a partir de perguntas levantadas por estudantes da graduação e em início da carreira executiva, ao longo de diversas palestras do IBEF nas principais universidades de administração e economia de São Paulo. “Percebemos que as dúvidas eram muito parecidas entre si e que poderíamos ajuda-los”, afirma José Cláudio Securato.

Segundo Luiz Roberto Calado, não há no mercado obras do gênero que ofereçam orientação para os jovens em início de carreira na área. “Quando comecei, tinha muitas dúvidas sobre o que consistia as muitas atividades do setor financeiro”, diz e completa: “Se na época houvesse um livro como esse, não teria perdido tempo como operador de pregão na bolsa, por exemplo”.

O texto ficou a cargo dos executivos seniores associados ao IBEF-SP, atuantes em empresas players, que esclarecem questões relativas à formação acadêmica, mercado financeiro, empresas, auditoria, consultoria e headhunters. “O livro foi escrito de modo conciso e objetivo, não toma muito tempo e pode ser usado em várias etapas da carreira”, afirma Thomas Brull, Diretor Administrativo Financeiro da Energias do Brasil e co-autor da obra.

O livro pode ser adquirido em qualquer grande livraria do Brasil ou encomendado via internet. A tiragem inicial de 3.000 exemplares, praticamente esgotada, foi novamente reconduzida.


Dados do livro:
Título: 100 Dúvidas de Carreira Para Executivos de Finanças
Coordenadores: José Cláudio Segurato e Luiz Roberto Calado
Editora: Saint Paul
Preço: R$ 44,00
Formato: 15 x 20
Número de páginas: 160